domingo, 6 de junho de 2010

A História da Igreja Primitiva

Ide contar a Boa Nova é o oitavo e último de uma série de livros sobre a narrativa da Bíblia, uma série que
começa com Gênesis e termina com Apocalipse. Estes livros têm o objetivo de serem um guia para o estudo da
Bíblia, um auxílio tanto aos professores como aos estudantes. São muito mais do que livros que contam a história
da Bíblia e muito mais simples de serem usados do que coméntarios. Cada um deles pode ser analisado
separadamente, para estudar um determinado período da história bíblica, ou pode ser usado em sequência com
os outros, para formar uma pesquisa detalhada de toda a história da Bíblia.
Ide Contar a Boa Nova é a história do começo da igreja e da propagação do evangelho através do resto do
primeiro século. Engloba o livro de Atos, as Epístolas e o livro de Apocalipse. Em vez de oferecer uma exposição
versículo a versículo, estudaremos o livro de Atos como uma
narrativa. Quando chegarmos a lugares onde as epístolas do apóstolo
Paulo se encaixam na narrativa da história, introduziremos e
resumiremos a mensagem de cada uma delas. Quando tivermos
terminado a narrativa do livro de Atos e discutido todas as epístolas
escritas durante os anos cobertos pelo livro, olharemos rapidamente
o restante da história do primeiro século e resumiremos as
mensagens dos demais livros, ajustando-os dentro de sua estrutura
histórica. Escolhemos o final do primeiro século para terminar nosso
estudo da história bíblica, pela simples razão de que o seu
encerramento marca o fim da época da inspiração.
Este livro cobre as duas últimas partes de nosso esboço da Bíblia: a
igreja primitiva e as cartas aos cristãos. Nunca perca o ponto de vista
de seu estudo bíblico. O plano da redenção é uma única história, o
desdobramento do plano que Deus concebeu antes de o tempo
começar (Efésios 3:11). Seu estudo do Novo Testamento pode ser
muito enriquecido se você levar em conta o panorama geral da
narrativa bíblica.
O Livro de Atos
No contexto de toda a narrativa bíblica, o livro de Atos conta o
começo da história da igreja que Jesus estabeleceu. Ele começa com a ascensão de Cristo e é o registro de como
a grande comissão começou a ser cumprida. É escrito do ponto de vista das atividades dos apóstolos,
especialmente Pedro e Paulo. De fato, o livro pode ser esboçado em duas grandes divisões, baseado no trabalho
destes dois homens – Pedro em Atos 1 - 12 e Paulo em Atos 13 - 28.
Esteja ciente de que os eventos contados no livro de Atos são apenas uma amostra do trabalho que estava sendo
feito por todos os apóstolos e por outros discípulos, enquanto iam por toda parte divulgando as novas sobre o
Cristo. Esta não era, certamente, a única obra sendo feita, nem eram estes os únicos eventos que aconteceram
nas vidas de Pedro e Paulo. Visto que o evangelho espalhou-se através do mundo durante o primeiro século, é
claro que havia muitas pessoas trabalhando bastante para disseminar as boas novas. O livro de Atos dos
Apóstolos poderia ser mais adequadamente chamado “Alguns dos Atos de Alguns Apóstolos”.
Abrangência do Livro
O livro de Atos não nos conduz através do primeiro século inteiro. Os
relatos do evangelho cobrem aproximadamente 33 anos. Atos cobre
os 34 anos que se seguem, e então as epístolas e o Apocalipse nos
dão uma ligeira visão do último terço do século. Ainda que Atos
cubra apenas cerca de trinta anos, são três décadas muito
importantes, durante as quais a igreja começa em Jerusalém e cresce
para abranger todo o mundo romano. O livro começa com a
ascensão de Cristo e termina com a prisão de Paulo em Roma.
2 Ide Contar a Boa Nova
Importância do Livro
O livro de Atos destaca-se como um ponto alto de toda a história da Bíblia. A morte, sepultamento, ressurreição,
ascensão e coroação de Cristo é o clímax da história de todos os tempos, mas ainda assim ela não teria feito
nenhum bem à humanidade se não tivesse sido contada. Jesus veio para pagar o preço do pecado e para oferecer
à humanidade a oportunidade de aceitar suas condições e de receber perdão pelos pecados, mas a humanidade
tinha que aprender esses termos antes que essa oportunidade pudesse ser aceita. Os relatos dos evangelhos
terminam com a admoestação aos apóstolos para que fossem contar a boa nova a todo mundo, a todas as
pessoas.
Aqueles que ouviram a boa nova e aceitaram a mensagem foram salvos. Mas o que aconteceu com aqueles que
foram salvos? Continuaram apenas em seu velho modo de vida, como se nada tivesse acontecido? Não, aquelas
pessoas salvas tornaram-se parte do reino de Deus, com Cristo como seu Rei, governando à direita de Deus; elas
se tornaram os leais súditos de Cristo.
Assim que cada indivíduo ouviu a mensagem e aceitou os termos da salvação, foi acrescentado por Deus ao
grupo dos salvos, tornando-se uma parte do corpo de Cristo, a igreja.
A igreja é o reino que Jesus veio para estabelecer. Os judeus queriam um rei militar sobre um trono em
Jereusalém , mas Jesus não veio para ser esse tipo de rei (João 6:15; 18:36). Em vez disso, ele veio à terra para
possibilitar que os homens tivessem seus pecados perdoados e tornassem-se parte de um reino espíritual, no qual
seus cidadãos dariam sua completa fidelidade a Cristo, seu Rei, com a esperança de um dia viverem no próprio
céu, com seu Rei.
Conforme o compromisso total que se faz quando se torna um cidadão do reino, o único meio de se tornar parte
da igreja é ser salvo (Atos2:47), para nascer de novo (João 3:5). É o processo de ser salvo que nos põe no grupo
(na assembléia) dos salvos. A igreja (ekklesia, a palavra grega que significa”assembléia”) é a assembléia dos
salvos de todos os séculos e de todas as nações sob o sol, desde que Jesus estabeleceu sua igreja no dia de
Pentecostes. Não havia igreja antes do dia de Pentecostes porque Cristo tinha que morrer, ressuscitar dentre os
mortos e ser exaltado à direita de Deus, antes que o plano da salvação estivesse disponível. Não poderia haver
um “corpo dos salvos”, até que os homens pudessem ser salvos. Não poderia haver súditos no reino de Cristo,
até que ele fosse Rei em seu reino. Somos altamente abençoados pelo privilégio de fazermos parte dessa igreja,
de participarmos desse reino, de compormos o grupo dos salvos.
Autoria
Não há muita dúvida de que Lucas tenha escrito o livro de Atos. Há três razões principais:
ì O prefácio em Atos endereça o livro a Teófilo. Nada se sabe sobre ele; alguns pensam que Teófilo não é o
nome de uma pessoa, e sim um nome que designa os amantes de Deus em geral, pelo fato da palavra significar
“amante de Deus”. O autor diz que escreveu um “primeiro livro” a Teófilo contando-lhe tudo o que Jesus
começou a fazer e ensinar. De fato, um dos relatos do evangelho – o livro de Lucas – é endereçado a Teófilo.
Também , o prefácio de Atos se sobrepõe ao fim do evangelho de Lucas de tal modo a evidenciar que esta era
a intenção do autor de ambos os livros.
í A linguagem do livro contém vários termos médicos, o que é de se esperar de um escritor que era médico, e
Lucas era “o médico amado” (Colossenses 4:14).
î Há certos trechos de Atos onde o escritor se inclui no grupo de Paulo, ao usar a palavra “nós”. Estas partes são:
16:11-18; 20:5-16; 21:1-18; e 27:1; 28:16. Sabemos que Lucas foi companheiro de Paulo na prisão (Colossenses
4:14; 2 Timóteo 4:11; Filemon 24), e ele é o único companheiro que sabemos ter sido médico.
Por este testemunho, bem como pelo testemunho dos cristãos que escreveram nos primeiros séculos da história
da igreja, quase todos concordam em que Lucas escreveu o livro de Atos.
Época em que Foi Escrito
Durante a segunda viagem missionária de Paulo, quando ele e seus companheiros chegaram a Trôade, o autor
do livro de Atos, Lucas, juntou-se a eles (Atos 16:6-10). É certo que Lucas não começou a escrever sua narrativa
antes desse tempo (cerca de 51d.C.). Atos termina com a nota de que Paulo permaneceu na prisão em Roma
por dois anos (28:30), por volta dos anos 62-63. Obviamente, o livro foi terminado após esta data, mas não muito
depois, porque contém poucos fatos sobre a prisão de Paulo e nenhum sobre a libertação do apóstolo.
Limitamos, portanto, o período durante o qual Lucas poderia ter escrito Atos ao tempo entre 51 e 63 d.C.
Podemos, contudo, estreitar nossa estimativa ainda mais.
A História da Igreja Primitiva 3
Época em que foi escrito:
60 a 64 d.C.
Em seu prefácio ao evangelho de Lucas, o autor ressalta a pesquisa cuidadosa que fez ao ajuntar os fatos sobre
Jesus (Lucas 1:1-4). Isto significa que, mesmo que tivesse side guiado pelo Espírito Santo, como foram todos
os escritores, ele também falou com testemunhas oculares dos eventos da vida de Jesus e cuidadosamente
organizou sua informação em uma ordem lógica. Quando é mais provável que Lucas tivesse sido capaz de fazer
tal pesquisa? Judéia e Galiléia eram os lugares em que ele podia encontrar a maioria das testemunhas da vida
de Jesus. O tempo que vem a mente imediatamente são os dois anos em que Paulo foi prisioneiro em Cesaréia
(Atos 24:27). Na última viagem a Jerusalém, quando Paulo foi capturado pelos judeus e colocado na prisão em
Cesaréia (Atos 20:5-6), Lucas estava com ele. Lucas ainda estava com Paulo quando chegou a hora de ele fazer
a viagem a Roma para seu julgamento perante César (Atos 27:1). Eram os anos entre 58 e 60 d.C.. Quase
certamente, portanto, este é o periodo quando Lucas escreveu o seu relato.
Claramente, contudo, o evangelho de Lucas foi escrito antes do livro de Atos (Atos 1:1), é provável que Lucas
tenha começado a escrever o livro de Atos apenas pouco tempo depois de ter escrito sua narrativa do evangelho.
Talvez, até, o começasse antes de saírem de Cesaréia, uma vez que a primeira parte do livro conta a história da
igreja em Jerusalém, ou talvez o tenha escrito durante o inverno que foram forçados a passar na ilha de Malta,
enquanto ele acompanhava Paulo a Roma, ou pouco depois que chegaram a Roma (Atos 28:1-16).
O mais tardar, o livro foi escrito durante o tempo em que Paulo fora
prisioneiro em Roma, sendo terminado pouco depois de sua libertação,
mas antes do começo da perseguição à igreja por Nero (19 de Julho de 64
d.C.). Podemos, portanto dizer com segurança que Atos foi escrito entre
os anos de 60 a 64 d.C.
Conte a História
O professor não deverá “debater” o livro de Atos mas sim, apresentar a história de um modo fascinante. Atos é
um livro de história, que conta a crônica da expansão do evangelho. Ponha as palavras da escritura em termos
que seus estudantes possam entender (tal como usando a palavra idioma em vez de língua), e você terá
respondido muitas questões antes que elas se apresentem. Conforme apareçam outras perguntas, responda-as
francamente pelas Escrituras, usando explicações e evidências comprovadoras, adequadas à idade de seus
estudantes, e então avance rapidamente para a próxima parte de sua narrativa. Lembre-se de usar qualquer fato
geográfico, histórico ou arqueológico para esclarecer um ponto, não para soterrá-lo!
Embora este livro seja história — e ressaltamos a necessidade de tratá-lo assim, visto que ele relata o
estabelecimento da igreja do Senhor — há muitas falsas doutrinas que são refutadas no livro de Atos. Nosso
estudo não seria completo se ignorasse estas importantes lições. Portanto, há muitas notas através do material
para ajudá-lo, e aos seus estudantes, para entender o que a Bíblia ensina e o que não ensina referente a vários
pontos doutrinários. Apresente seus pontos claramente, mas não se detenha neles de uma forma que prejudique
a história como um todo.
Ainda que muitos pontos sobre doutrina sejam discutidos neste material, estamos plenamente cientes de que há
muitos outro pontos não inclusos aqui que são igualmente importantes. Está além do propósito desta série de
livros entrar nos argumentos técnicos envolvidos para refutar falsa doutrina. Essa é, realmente, uma importante
área de estudo bíblico e necessária em nosso mundo, que está cheio de erro, mas esse não é o propósito deste
estudo.
Esta análise de Atos e das epístolas é parte de uma série de estudos sobre o ciclo narrativo da Bíblia. É um esforço
para mostrar como a história da igreja primitiva se desdobra, por que as epístolas foram escritas e quais eram
suas mensagens básicas. Este livro deverá servir como uma base para capacitar os estudantes para os estudos
mais complexos de vários assuntos que se apresentem num exame mais minucioso.
É este ciclo narrativo que tem sido muito frequentemente negligenciado nas aulas bíblicas dos últimos anos, e
é por isso que tentamos preencher essa lacuna com uma série de livros.
A Necessidade de Estudar os Mapas
Será absolutamente necessário usar um mapa neste curso. Desde a referência de Jesus a Jerusalém, Judéia,
Samaria e os confins da terra bem no começo do livro (Atos 1:8), até a entrada do prisioneiro Paulo na cidade
de Roma (Atos 28:16), um mapa será essencial para se entender o que estava acontecendo na história. Use-o
constantemente. Isto aplica-se a todos, menos as classes mais jovens de crianças. Mesmo no caso deles, um
mapa bem simples da Palestina, ou um mapa simples do mundo mediterrâneo, com o mínimo possível de nomes
escritos em letras grandes, ajudará as crianças a começarem a aprender os fatos simples sobre as terras em que
ocorreram os eventos bíblicos.
4 Ide Contar a Boa Nova
“E disse-lhes: Ide por todo o
mundo e pregai o evangelho
a toda criatura. Quem crer e
for batizado será salvo; quem
porém não crer será
condenado”
(Marcos 16:15-16)
Respostas dos ouvintes:
ì Os discípulos
responderam com
obediência aos termos da
salvação.
í Os incrédulos
responderam com amargura
e perseguição ao
mensageiro.
A Grande Comissão (Mateus 28:16-20; Marcos 16:14-20; Lucas 24:44-53):
De acordo com os relatos dos evangelhos, durante os quarenta dias entre a ressurreição e a ascensão, Jesus deu
aos seus discípulos uma grande comissão: uma grande tarefa que
deveriam realizar pelo resto de suas vidas. Era sua incumbência ir
contar a todo o mundo sobre Jesus. Eles tinham que dizer que o tão
esperado Messias tinha vindo, que ele tinha feito a obra que Deus
planejou, e que a salvação, agora, podia ser alcançada. Chamamos
esta de “a grande comissão”, por causa da grandeza de sua intenção
– a todo o mundo – e pela grandeza de sua mensagem, a da
salvação. É o livro de Atos que nos conta como esta missão começou
a ser levada adiante. Ele nos mostra os resultados que vieram com a
pregação do evangelho, como o povo ouvia a história de Cristo e
respondia, ou com obediência aos termos da salvação, ou com
amargura e perseguição ao mensageiro.
Ainda que não sejamos apóstolos e não possamos contar a história
de Cristo como quem o ouviu e viu, a grande comissão é uma obra
contínua que precisará ser desempenhada até o fim dos dias.
Podemos ler e estudar a evidência registrada pelos escritores
inspirados do Novo Testamento e podemos contar essa evidência a
outros. É uma tarefa, uma missão que temos que cumprir como
cristãos.

Dízimo parte 1

O Dízimo – parte I
Colocações iniciais: A palavra “dízimo” ocorre 5 vezes no N.T., as palavras gregas
usadas são “apodekatoo” e “dekate” que significam: dar, pagar um dízimo de algo,
cobrar, receber um décimo de alguém. E no A.T. ocorre 5 vezes também, as
palavras hebraicas usadas são “maaser”, “asar” e “asiyriy” que significam: dízimo,
décima parte. A palavra “dízimo” no plural “dízimos” ocorre 4 vezes no N.T., e 23
vezes no A.T. Totalizando 37 ocorrências na Bíblia Sagrada. Na nossa língua
“dízimo” significa “a décima parte”, representada pela fração “1/10” ou pelo
percentual “10%”. Vejamos o que o dicionário bíblico diz sobre o “dízimo”: “A
décima parte, tanto das colheitas como dos animais, que os israelitas ofereciam a
Deus (Lv.27.30-32; Hb.7.1-10). O dízimo era usado para o sustento dos levitas
(Nm.18.21-24), dos estrangeiros, dos órfãos e das viúvas (Dt.14.28-29).” O dízimo
era arrecadado por toda “nação” de Israel, que dava para manter os levitas (que
eram os líderes espirituais da época), e ainda cobria o lado social do povo,
atendendo os estrangeiros, órfãos e viúvas. Contudo, a igreja cristã não vive num
estado laico, não tem receita o suficiente para manter este padrão de despesas
usado no Antigo Testamento. E ainda existem os opositores a esta forma de
adoração a Deus. Todavia, para você que não concorda com o dízimo, e acha que
os argumentos não são o suficiente para manter a mesma história de arrecadação
do Velho Testamento ou por fazer parte da Antiga Aliança. Eu gostaria de dizer
que não é só o Novo Testamento que é a palavra de Deus, toda a Bíblia é a
palavra de Deus (leia 2Timóteo 3.16). O Dízimo é bíblico (leia: Provérbios 3.9;
Malaquias 3.10; Levítico 27.30-32; Números 18.20-32, Dt.14.22 e etc). Ora,
existem muitas coisas que realizamos na igreja que surgiram no Velho
Testamento: O casamento, o culto, o louvor, o uso de instrumentos musicais no
culto, a Lei, a bênção de pai para filho, o divórcio, o templo, o dízimo e etc. Ou
vamos também discordar destas outras coisas só porque estão no Velho
Testamento?
Diferente do que pensam, no Novo Testamento também vemos a prática do
dízimo mantida e citada por Jesus Cristo. Leia: Marcos 12.41-44; Mateus, 5.23,24,
Mateus 23.23. Como vemos, Jesus teve várias chances para discordar do dízimo
e não a vez, pelo contrário mostrou a maneira correta de praticá-lo. Os que dizem
que o dízimo é da época da Lei estão desinformados. A Lei veio 430 anos depois
de Abraão (Gl.3.16,17) e ele já era um dizimista (Hb.7.2,4). O dízimo é da época
da “Promessa” (período patriarcal) e não da época da “Lei” (período mosaico)!
Quando não concordamos com o dízimo estamos discordando da Bíblia e
consequentemente de Jesus: “Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras
tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último
dia”. (João 12.48)

Dízimo parte 2

O Dízimo – parte II
O dízimo é uma lei local ou um princípio? Acredito que a resposta desta
interrogação é que vai definir qual a linha de pensamento que você seguirá. Pois
se você enxerga o dízimo como uma “lei local” então continuará sendo omisso no
momento do culto onde são recolhidos os dízimos. Mas se você enxerga o dízimo
como um “princípio” então tu serás um dizimista fiel. Portanto precisamos definir o
que é “lei” e o que é “princípio”!
Lei (dentro da visão bíblica) – Vontade de Deus revelada aos seres humanos em
palavras, julgamentos, preceitos, atos, etc. (Léxico da Bíblia Online 3.0) A teologia
cristã classifica-a em: Lei Local (vontade de Deus centralizada, dirigida para uma
comunidade ou nação ou cultura. Baseada em cerimônias e simbolismos).
Exemplos: a circuncisão, o lavar as mãos, a páscoa judaica, a guarda do sábado e
etc. Há casos de leis locais virem acompanhadas de princípios, assim deve-se
valorizar o princípio ao invés da lei, principalmente no trato com textos do Antigo
Testamento. Lei Universal (vontade de Deus descentralizada, por isso dirigida a
todos os povos, línguas e culturas. Baseada em princípios). Exemplos: não
matarás, não furtarás, não adulterarás, suportai-vos uns aos outros, amar a Deus
sob todas as coisas, amar o próximo como a si mesmo, etc.
Princípio (dentro da visão bíblica) – É um pensamento imutável, infinito, e que está
acima de costumes, leis, culturas, povos e línguas. Vão-se as leis e ficam os
princípios. Quando morremos não levamos as leis conosco, mas os princípios. E
era isto que Jesus Cristo mais valorizava. Por isso os fariseus o reprovavam, pois
eram amantes das leis, mas desprezavam os princípios que nelas estavam
contidos. Declarações feitas por Jesus revelam isso (Mt.23.25; 5.27,28).
A prática do dízimo é da individualidade de cada um. Entretanto, ser tido apenas
como uma “lei local” é desafiar a inteligência das pessoas. Há um princípio no
dízimo que nem o tempo e nem a avareza de alguns poderá revogá-lo:
“reconhecer que tudo que temos foi Deus quem o deu”. (Pv.3.9; Sl.24.1; Ag.2.8).

Na CCB não se dá o dízimo

“DÍZIMO, a maldição da LEI na GRAÇA”.

“(Romanos 3:5) - E, se a nossa injustiça for causa da justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto, trazendo ira sobre nós?” (Falo como homem).

Observação: Porque o justo está mendigando o pão, o justo está enfermo, o justo está oprimido, Deus pode mentir?

Confira: “(Salmos 37:25) - Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão”.

“Lucas 11.52 – Ai de vós doutores da lei, que tirastes a chave da ciência! Vós mesmos não entrastes e impedistes os que entravam”.

“1ª João 2.21... Porque nenhuma mentira vem da verdade”.

“Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo?” (Romanos 2.21).

INTRODUÇÃO: Há dois concertos no evangelho, a lei dada por Moisés e a graça trazida por Jesus, a primeira (a lei) imposta por Deus aos pecadores injustos e que foi abolida por Cristo, a segunda (a graça) dada gratuitamente aos homens que aceitaram a justiça de Deus somente pela fé em Jesus Cristo. “Uma não pode conviver com a outra senão quebra o concerto e anula as promessas que é somente pela fé”. “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2 Corintios 13.5).

Observação: A justiça do homem e a de Deus – “E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus, pela fé” “Filipenses 3.9 – a justiça de Deus não é pela lei e sim somente pela fé”.

“Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei segue-se que Cristo morreu debalde (em vão) (Galatas 2.21) – A lei anula o sacrifício de Cristo”.

“Mas agora se manifestou, sem a lei a justiça de Deus,... isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo” (Romanos 3.21,22).

“Porque o fim da lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10.4).

I-) Jesus tirou toda a lei: “Porque o precedente mandamento é ab-rogado (anulado) por causa da sua fraqueza e inutilidade” (Hebreus 7.18).

“Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças...” (Efésios 2.15) – os mandamentos eram inimizade de Deus contra Israel, pois não temiam a Deus; Abraão não viveu debaixo de mandamentos, pois, eles (os mandamentos) foram impostos mil anos depois dele.

“Havendo riscado a cédula que era contra nós, nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira era contraria, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Colossenses 2.14).

Observação: Ordenança = Lei, ordem, obrigação.

“Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido”. (2 Corintios 3.14) – veja, Jesus tirou os mandamentos, e não há contradição quando diz: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar (tirar), mas cumprir” (Mateus 5.17).

– Jesus falava dEle, pois cumpriu toda a lei por nós, é impossível cumpri-la, são mais de 600 (seiscentas) leis, só Deus pôde cumpri-las.

Observação: Quem usa a lei entra em maldição, pois chama Deus de mentiroso, pois ele afirmou que é impossível para o homem cumpri-la, veja: “Todos aqueles pois que são das obras da lei estão debaixo da maldição, porque escrito está: maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las (Galatas 3.10). “...conforme a mais severa seita da nossa religião vivi fariseu” (Atos 26.5). – Os judeus viveram e vivem dentro de uma seita e na lei, é maldição.

Observação: Usar qualquer lei é maldição, pois Cristo veio para cumprir toda a lei que para o homem era impossível. Se usar uma tem que cumprir as mais de 600 leis existentes no Antigo Testamento, vejamos:

“Eis que eu, Paulo, vos digo, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará e, de novo, protesto a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei” (Galatas 5.2,3).

“Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da Graça tendes caído” (Gálatas 5.4).

“Porque qualquer que guardar toda a lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos” (Tiago 2.10).

Observação: Ao usar a lei o homem nega a Cristo, pois, ele veio para tirá-la, chama Deus de mentiroso, pois Ele afirmou que é impossível para o homem cumpri-la, quebra o concerto que é somente pela fé em Jesus Cristo, sem as obras da lei. Hoje a igreja-denominacional está levando a crença em Cristo a maldição, pois usa a lei do dízimo (lei cerimonial), o dízimo era entregue ao sacerdote para o seu alimento e sustento dos sacrifícios, se justificavam nele, Cristo fez o último sacrifício nos justificando. A obra de Deus é crer que estamos justificados pela fé naquele em que Deus enviou.

“Sabendo isto: que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos...” (I Timóteo 1.9).

“Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus, pela promessa, a deu gratuitamente a Abraão” (Gálatas 3.18).

“Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada” (Romanos 4.14). – Esses dois versículos acima afirmam que se pudesse usar a lei para alcançar as promessas e a justificação, seria inútil a vinda de Cristo. Este é o motivo da pobreza, das doenças, e das maldições nos crentes, pois estão fora do descanso de Deus, isto é, fora da Graça.

Observação: O Pentateuco são os cinco livros do judeu, onde se encontram as leis de Moisés impostas por causa do pecado que não se pode usar na Graça, são eles: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, e Deuteronômio, vejam bem, são as leis e os mandamentos que não se pode usar, e não o conhecimento contido neles.

I-) O Dízimo: Está nos cinco livros da lei de Moisés, portanto é lei! Dizer que o dízimo usado por Abraão (que ainda era pecador) não é da lei, é um engano ou astúcia, pois o pecado já existia e a lei veio por causa dele (o pecado de Adão). A lei veio apontar o pecado, veja:

“Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmos 51.5).

Dizimar – Lançar imposto de dízima sobre; desfalcar, diminuir, arruinar – Dicionário Silveira Bueno.

No tempo antigo, as nações que eram dominadas por seus inimigos ficavam sob imposto, as dízimas se refere à obrigação que não pode ser quebrada, um jugo referente à escravidão. Os Assírios colocavam as nações dominadas sob imposto e as que não cumpriam passavam esse país a fogo e a sangue.

Jesus afirma em (Mateus 17.24-26) que os que pagam imposto não são filhos, veja:

“... que te parece Simão? De quem cobram os reis da terra os tributos ou os impostos? Dos seus filhos ou dos alheios? Disse-lhe Pedro: dos alheios. Disse-lhe Jesus: Logo, estão livres os filhos”. (veja que os mandamentos foram dados a Moisés para que o povo temesse a Deus e por causa do pecado eram inimigos de Deus, por isso ficaram sob imposto, não eram filhos).

Observação: A maioria dos teólogos contradiz as Escrituras Sagradas, uns por ignorância da palavra de Deus, outros por astúcia, tendo o pretexto maligno de usar injustamente o dízimo (da lei cerimonial) que era obrigação para os judeus colocando-o indevidamente na graça quebrando o concerto, pois a obra do Senhor é voluntária, mudando a verdade de Deus em mentira, como se o dízimo não estivesse na lei, mas Jesus tirou toda a lei rasgando a cédula do velho testamento, escrevendo-a nas tábuas do nosso coração.

“Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escrevereis; e Eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo” (Hebreus 8.10).

“Então, disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro (a lei), para estabelecer o segundo (a Graça)” (Hebreus 10.9).

“Dando nisso a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto, enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo (concerto) (Hebreus 9.8) – Veja que se usar a lei nega-se a crucificação e a ressurreição de Cristo, a lei diz: Pague, a Graça diz: Está Tudo Pago! (João 19:28-29; Colossenses 1:9 a 14; Hebreus 5:1 a 10:39).

A Lei Cerimonial Regulamentava Toda a Prática do Culto e da Adoração (Levítico 16)

DIREITOS DOS LEVITAS E DOS SACERDOTES:

(Deuteronômio 18: (1) – “OS sacerdotes levitas, toda a tribo de Levi, não terão parte nem herança com Israel; das ofertas queimadas do SENHOR e da sua herança comerão. (2) - Por isso não terão herança no meio de seus irmãos; o SENHOR é a sua herança, como lhes tem dito. (3) - Este, pois, será o direito dos sacerdotes, a receber do povo, dos que oferecerem sacrifício, seja boi ou gado miúdo; que darão ao sacerdote a espádua e as queixadas e o bucho. (4) - Dar-lhe-ás as primícias do teu grão, do teu mosto e do teu azeite, e as primícias da tosquia das tuas ovelhas. (5) - Porque o SENHOR teu Deus o escolheu de todas as tuas tribos, para que assista e sirva no nome do SENHOR, ele e seus filhos, todos os dias. (6) - E, quando chegar um levita de alguma das tuas portas, de todo o Israel, onde habitar; e vier com todo o desejo da sua alma ao lugar que o SENHOR escolheu; (7) - E servir no nome do SENHOR seu Deus, como também todos os seus irmãos, os levitas, que assistem ali perante o SENHOR, (8) - Igual porção comerão, além das vendas do seu patrimônio”.

Dízimo na lei: (Deuteronômio 26.12) “Quando acabares de dizimar todos os dízimos da tua novidade, no ano terceiro...” – Veja que os judeus guardavam anos e o apóstolo Paulo condenou isto: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós que haja eu trabalhado em vão para convosco” (Gálatas 4.10,11). Em Deuteronômio 26.13... Conforme todos os teus mandamentos... (foi abolido por Cristo).

Em Deuteronômio 14.22, 23, 29, o dízimo recolhido na lei a cada ano para ser levado de 3 em 3 anos, era mandamento, uma ordem para que eles aprendessem a temer ao Senhor, veja, estavam sendo ensinados, corrigidos, era um castigo, veja:

“Certamente darás os dízimos... que a cada ano recolher do campo”... “Para que aprendas a temer ao Senhor”. – Os vejamos não temiam a Deus, era uma correção, um castigo.

Em Números 18.9, fala dos deveres e direitos dos sacerdotes e levitas da lei e estão incluídos os dízimos e primícias para a administração da tenda da congregação da lei e era estatuto perpétuo enquanto a lei não fosse desfeita com a crucificação de Cristo, veja: Números 8.9, fala com os sacerdotes e levitas: “... elas serão coisas santíssimas para ti (dízimos e primícias)...”; “Toda coisa consagrada em Israel será tua” (Números 14:18) ... “Na sua terra possessão nenhuma terás” (Números 18:20; Ezequiel 44:29-30).

Veja tudo na lei cerimonial.

O dízimo era costume humano: Quando os israelitas pediram rei e príncipes no lugar de serem guiados por Deus, o Senhor os advertiu que seriam tratados como bastardos, e não como filhos, vejamos: (1 Samuel 8.1-18) “... declara-lhe qual será o costume do rei que houver de reinar sobre ele (sobre o povo)... e as vossas sementes e as vossas vinhas dizimará... Então, naquele dia, clamareis por causa do vosso rei, mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia”.

Observação: A lei e os mandamentos vieram por causa das transgressões, ofensas e incredulidade, Deus colocou o dízimo para tratar os judeus como um povo que não era seu, era um castigo que eles não obedeceram.

“Não vos deu Moisés a lei? E nenhum de vós observa a lei...” (João 7.19).

“... como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor” (Hebreus 8.9).

Sobre Abraão: Abraão quando foi justificado pela fé nunca mais dizimou, mudou de nome, sendo chamado de Abraão, nascendo de novo; Em Hebreus 7.5 o pregador afirma que o dízimo era tomado segundo a lei e não segundo a Graça, e na parte “b” ele isenta Abraão de fazer o mesmo que os filhos de Levi que iam viver em pecado na lei.

“E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio tem ordem segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão” (Hebreus 7.5).

Observação: Veja que a palavra “ainda” é de separação de não fazer o mesmo que os pecadores da lei. Em (Romanos 4.1-5), Paulo afirma que Abraão não era justo quando dizimou: “Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem que se gloriar, mas não diante de Deus” – “E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem (pecadores)” (Hebreus 7.8) – “Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas sim é Deus de vivos, por isso vós errais muito” (Marcos 12.27).

Sobre Malaquias: Um profeta da lei, uma pregação estranha à graça, feita á 500 anos a.C. na saída do povo judeu de Babilônia e dirigida escatologicamente aos sacerdotes da lei que roubavam a Deus, eram fracos, mortais e estavam debaixo do pecado; hoje o nosso sacerdote é Cristo, imortal no céu, não pode roubar a Ele mesmo e não profetizou a si mesmo, essa pregação não cabe na graça, é uma mentira do diabo na igreja que nega a Cristo, transformando-o em sacerdote de pecado. Em Malaquias 3.6, o Senhor fala com Jacó que na Bíblia representa os judeus e não os crentes, e falava do dízimo.

“Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é, porventura, Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus” (Gálatas 2.17-19).

Deus critica os judeus por dizimar e sacrificar: Era coisa humana, pecado por falta de fé e não era vontade de Deus, essas coisas O desagradavam:

“Vinde á Betel e transgredi; á Gilgal, e multiplicai as transgressões; e cada manhã, trazei os vossos sacrifícios e, de três em três dias os vossos dízimos...” (Amós 4.4).

“Por isso, também vos dei limpeza de dentes em todas as vossas cidades e falta de pão em todos os vossos lugares, contudo, não vos convertestes a Mim, disse o Senhor” (Amós 4.6).

“Porque nunca falei a vossos pais, no dia em vos tirei da terra do Egito, nem lhes ordenei coisa alguma a cerca de holocaustos e sacrifícios” (Jeremias 7.22) – “Porque disso gostais, ó filhos de Israel...” (Amós 4.5).

Pregações malignas na Graça:

Eles dizem: – O dízimo é bíblico! Mas bíblico é tudo o que está na Bíblia. O sábado e o sacrifício são também bíblicos, só que, na lei e não na Graça assim como o dízimo também, por ser da lei é uma maldição.

Eles dizem: Em (Mateus 23:23) - Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.

Jesus apoiou o dízimo. – Mas na verdade Jesus exortava aos judeus, porque ainda estavam no tempo da lei, assim como, Jesus mesmo estava e não cumpriam a lei, veja:

“Mas, vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gálatas 4.4).

Eles dizem: – O dízimo é santo! Mas o dízimo era santo na lei cerimonial porque era consagrado a Deus para o sacrifício e só podia ser usado dentro do tabernáculo da lei e não podia ser usado fora do templo como hoje se usa indevidamente negando a Cristo, isto não é a obra de Deus na Graça! (Hebreus 13:9 a 16).

Eles dizem: – Porque mais bem aventurado é dar do que receber! Mas isto foi ensinado aos apóstolos e não para as ovelhas, Paulo dizia aí: “De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem a veste” (Atos 20:31-35).

Eles dizem: – Fazei prova com Deus! - Mas Deus disse: “Fazei prova de Mim,” “INCRÉDULOS!” Sabe por quê?

“Pede-me, e Eu te darei as nações por herança e os confins da terra por tua possessão” (Salmos 2.8).

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis TUDO o que quiserdes, e vos será feito” (João 15.7) – Ser fiel é obedecer ao concerto vigente, somente pela fé em Cristo sem a lei * (1 Samuel 15:22) – Porém Samuel disse: “Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros”.

Observação: Toda religião ou seita usa a Bíblia por causa de Malaquias para tirar dízimo do povo, só que isto anula o sacrifício de Cristo e torna o homem infiel, pois Malaquias não é da graça e Jesus nunca falou sobre ele, esqueceu?

Conclusão: A visão da igreja hoje é triste e desoladora, reunir multidões oprimidas (que nunca se libertam) pobre, sem fé, doente, dando testemunhos falsos, com ministérios divididos, com profecias falsas, mentirosas, no espiritismo, na carne como as outras religiões de nada há de proveito para o povo, usar a lei na Graça é negar a salvação, usar prosélitos como: Copo de água, fogueira santa, voto, corrente, campanhas, primícias que Jesus condenou é negar a vinda do Consolador que diz: “E tudo o que pedirdes na oração, crendo o recebereis; Até agora, nada pediste em Meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra” (Mateus 21.22; João16:24). – O sangue dos desviados que morreram por isso tudo está nas mãos desses doutores da lei. – “... se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo” (Gálatas 1.10 b) “... honraram e serviram mais a criatura do que o Criador...” (Romanos 1.25) – “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor fraudulentamente” (Jeremias 48.10) “... pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:(20) – Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque PELA LEI VEM o conhecimento do pecado.

– Ao conhecer a verdade não há mais desculpa nos tornamos transgressores ao desobedecer aos ensinos do Senhor Jesus, é levar o Seu sacrifício ao vitupério (Hebreus 6:6).

(à ignomínia, O autor sagrado lembra aqui a dor e o tratamento rude e ignominioso que Jesus sofreu, quando foi sujeitado às crueldades de homens ímpios e desvairado).

(Romanos 15:1 a 13); (Efésios 5:1 a 17); (Hebreus 5:11 a 6:20).

Equipe CristanoBrasil.com

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